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Nome: Praça dos Três Poderes

Ano do início das obras: 1956

Ano de inauguração: 1958

Arquiteto: Oscar Niemeyer.

Urbanista: Lúcio Costa

Características da Praça: Espaço aberto ao centro dos três poderes da República. Não possui árvores, somente palmeiras imperiais em torno do espelho d´água do anexo 1 do Congresso Nacional. A Praça dos Três Poderes é ponto de visitação turística e de concentrações populares, não só as cívicas, como a troca da guarda do palácio presidencial e o hasteamento da bandeira, mas também das grandes manifestações de reivindicação e protesto.

Poder Executivo: Representado pelo Palácio do Planalto, local de trabalho e gabinete do presidente da república do Brasil.

Poder JudiciárioRepresentado pelo Supremo Tribunal Federal, onde fica o Plenário da maior corte Brasileira.

Poder LegislativoRepresentado pelo Palácio do Congresso Nacional, local dos plenários representados pela Câmara Federativa e Senado Federal.

Dimensões: Mede aproximadamente 120 x 220 metros .

Idéia do arquiteto: Os prédios representativos dos poderes, o qual se forma um triângulo não se sobressaíssem um diante dos outros. Em atenção ao princípio de que os poderes são harmônicos e independentes e, portanto, têm o mesmo peso. Os elementos constantes na praça não devem proporcionar sombra às pessoas que ali estão. Durante a noite, causa expressivo efeito o jogo de luzes dirigidos às colunas dos brancos palácios, sugerindo estarem suspensos no ar.

Escultura Os Guerreiros: Conhecida como Os Dois  Candangos e considerada um símbolo de Brasília. Elaborada pelo artista Bruno Giorgi à pedido do presidente Juscelino Kubitschek em lembrança à dois candangos que morreram soterrados durante as obras da praça. A sua principal ideia era que os presidentes futuros se lembrassem do esforço executado por todos os candangos durante a construção da nova capital do Brasil. Concluída em 1959 e restaurada em 1987

Escultura A Justiça: De Alfredo Ceschiatti. Fica em frente ao Superior Tribunal Federal. Em um bloco monolítico de granito de Petrópolis, medindo 3,3 metros de altura e 1,48 metros de largura. A escultura representa o poder judiciário como uma mulher com os olhos vendados e espada; os olhos vendados representam a imparcialidade da justiça e a espada representa a força, a coragem, a ordem e a regra necessárias para impor o direito. Porém a escultura não mostra a balança, que representaria sua intenção de nivelar o tratamento jurídico de todos por igual; a ponderação dos interesses das partes em litígio. 

Pira da Pátria: homenagem ao ato da Unesco que considerou a cidade Patrimônio Cultural da Humanidade. O conjunto de todos os bens, manifestações popularescultostradições tanto materiais quanto imateriais (intangíveis), que reconhecidos de acordo com sua ancestralidade, importância históricacultural de uma região (paíslocalidade ou comunidade) adquirem um valor único e de durabilidade representativa simbólica/material. Assim, de acordo com sua particularidade e significativa forma de expressão cultural, é classificada como patrimônio cultural, determinando-se sua salva-guarda (proteção), para garantir a continuidade e preservação. Com a intenção de assegurar, para as gerações futuras conhecer seu passado, suas tradições, sua história, os costumes, a cultura, a identidade de seu povo.

Marco Brasília: Escultura referência por ser Patrimônio Cultural da Humanidade

Museu Histórico de Brasília: Em sua fachada se pode admirar uma escultura da cabeça de Juscelino Kubitschek.

Pombal: Uma escultura de Niemeyer, em concreto, encomenda da primeira dama Eloá, mulher do presidente Jânio Quadros, a qual se destina a abrigar as pombas da praça.

Mastro da Bandeira um monumento de autoria de Sérgio Bernardes de cem metros de altura. A Lei 5.700/71 determina a presença perene de uma bandeira nacional. Segundo o Livro Guinness dos Recordes, esta é a maior bandeira hasteada do mundo medindo, 286 m2. Ela é substituída todo primeiro domingo de cada mês pela manhã em cerimônia solene.

Panteão da Pátriaconstruído em homenagem ao presidente Tancredo Neves e que poderá vir a abrigar os restos mortais de ilustres figuras brasileiras. Sua forma sugere a imagem de uma pomba. No salão principal podem ser admirados o vitral de Marianne Peretti e o painel sobre Inconfidência Mineira, de João Câmara. No Salão Vermelho, pode-se apreciar o painel de Athos Bulcão. Já tiveram seus nomes inscritos no livro de aço lá exposto, os nomes de várias personalidades históricas.

Espaço Lúcio Costa: situado sob o piso da praça, mostra uma maquete de Brasília, com 179 metros quadrados.

Espaço Oscar Niemeyer: Está localizado na parte posterior da Praça dos Três Poderes. É uma edificação cilíndrica, com área de 433m2, onde se podem admirar os trabalhos (painéis, desenhos e fotos) que representam as obras deste arquiteto. Apesar de um pouco retirado, com relação aos demais monumentos, é considerado parte da praça.

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